quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Esquinas Cariocas


Rua Francisco Sá com a Av. N. Senhora de Copacabana ,
nos anos 50.


Detalhes:
Casas Gaio Marti  -um mercado tradicional e elegante -  na esquina, à direita, e da " vaca leiteira " à esquerda -o cilindro no triciclo -  onde era vendido leite a granel.







segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Moda carioca

A sutileza da moda carioca, em uma realidade completamente diferente da atual.
Tempo das costureiras e modistas... cortes para confeccionar...

1944
, há 70 anos!





sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Novos locais de hospedagem no Rio

Um  é quatro estrelas. O outro, um hostel.

A Rua Riachuelo, uma das artérias centrais do bairro da Lapa, acordou com um ar diferente nesta quinta-feira. Foi inaugurado hoje, no número 124, o primeiro hotel do grupo português Vila Galé no Rio de Janeiro. O empreendimento de quatro estrelas e 292 quartos tem como base três casarões históricos, tombados pelo Iphan. Ao conjunto, foram anexados piscina, spa, bar e dois prédios onde funcionam dois restaurantes, sala de convenções e a maioria dos quartos.





O Vila Galé Rio de Janeiro retorna, na verdade, às suas origens. Entre as décadas de 1930 e 1940, o mesmo palacete abrigou o Hotel Magnífico. Mais tarde, o imóvel serviu como colégio por cerca de 60 anos e, desde 2009, estava fechado, sem nenhuma ocupação.

As obras de recuperação, orçadas em R$ 100 milhões, levaram um ano e dois meses para ficarem prontas.

***

E quem costuma passar sempre pela Avenida Borges de Medeiros, na Lagoa, provavelmente acompanhou com uma certa curiosidade a transformação da casa situada na esquina com a Rua Saturnino de Brito, que foi ganhando uma fachada bem original.

O endereço que abrigava o consultório de Pedro Solberg, um dos pediatras mais conhecidos da cidade, foi coberto por uma espécie de cobogó moderno, com quadrados recortados nas cores azul e branco. Há um mês, as portas abriram timidamente e o “mistério” se desvendou: o lugar virou o mais novo hostel da praça.
Em homenagem ao sotaque dos gringos que são esperados por lá, o albergue foi batizado de Rioow e mantém no interior a mesma autenticidade da fachada. São três andares com sete quartos: cinco deles são coletivos, com beliches e treliches, e dois são suítes para casais.

Os elementos vazados aparecem em painéis de madeira furadinhos na frente de cada cama. Responsável pelo projeto, o arquiteto Pedro Kastrup explica que é uma forma de dar um pouco de privacidade ao hóspede na hora de dormir.




No lounge do Rioow, mapa feito com 3.500 parafusos e teto com desenhos
Foto: Leo Martins / Agência O Globo