quarta-feira, 22 de outubro de 2014

DILMA e o roubo ao cofre, no Rio


Dilma Roussef participou
de um dos assaltos
mais comentados da história do Rio: 

ao cofre do ex-governador Ademar de Barros
,
uma ação armada comandada em 1969 por ela
e pelo que viria a ser seu futuro marido, Carlos Araújo,
qu
e depois foi deputado pelo PDT.

Aconteceu numa imponente mansão do bairro Santa Tereza e ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969.

A Vanguarda Armada Revolucionária -VAR-Palmares, ainda em fase de implantação -  aliada estratégica da VPR, grupo liderado pelo ex-capitão Carlos Lamarca - necessitava de dinheiro. Havia informações sobre o caixa dois de Adhemar de Barros obtidas por Juarez Guimarães de Brito, o Juvenal, um dos  seus membros e a  fonte era quente: Gustavo Schiller, garoto que estudava no Colégio Andrew, no bairro Botafogo, e comentou com colegas que o cofre com a “caixinha do Adhemar” estava guardado na casa onde morava com seu tio.

 Seu tio era Aarão Burlamaqui Benchimol, irmão de Ana Guimol Benchimol Capriglione, 

UM PARÊNTESES: à época , Ana era conhecida amante do governador Adhemar de Barros, casado com d. Leonor. Com Ana , Adhemar viajava, comparecia a muitas festas e recepções. Inclusive quando morreu, em Paris, quem lá estava com ele era Ana que tratou  dos trâmites burocráticos para traslado do corpo.

Foi prato cheio.

Planejamento feito, na tarde do dia 18, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão  onde morava o cardiologista Aarão, na rua Bernardino dos Santos.


Adhemar e Ana
 Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff.

Dilma Roussef não gosta de falar sobre o episódio e sua biografia oficial omite totalmente o passado de armas, mortes e assaltos.


Dilma liderava com Carlos a organização
VAR Palmares, já na época aliada estratégica da VPR, grupo liderado pelo ex-capitão Carlos Lamarca.
Dilma e Carlos Araújo  roubaram o cofre com tudo dentro, usando um sistema de roldanas. Depois ele foi aberto com a ajuda de maçaricos. Dentro dele estavam US$ 2,16 milhões.


O dinheiro, segundo relatos,  foi dividido
"em três malas de 400mil dólares cada uma" e ficou cerca de uma semana, "em um apartamento à rua Saldanha Marinho, onde morava Dilma" .

Onde foi parar o dinheiro ? 


O destino desse dinheiro é um mistério. Nenhum dos envolvidos na ação, direta ou indiretamente, comenta, Ou fala que isso que não tem mais importância nenhuma.

Curiosa é a semelhança com os dias atuais.
A roubalheira corre solta e Dilma não sabe, não vê.
 

Parafraseando dois clássicos da midia...

" O tempo passa, o tempo voa e ... as pessoas continuam numa boa...”


" O brasileiro é tão bonzinho..."

domingo, 19 de outubro de 2014

Jóias de cada bairro carioca





Leblon: Com valor do metro quadrado médio de R$ 39.068, a Delfim Moreira é a rua mais cara do bairro (e dos país), seguida pela General Venâncio Flores (com R$ 26.281) e a Rita Ludolf (R$ 26.517).

Ipanema: O destaque é da Vieira Souto (R$ 37.471). Em seguida, vem a Aníbal de Mendonça (R$ 26.105) e a Nascimento Silva (R$ 20.074).

Gávea. Rua Professor Manuel Ferreira (R$ 21.276), Marquês de São Vicente (R$ 17.856) e Artur Araripe (R$ 16.915).

São Conrado. As ruas mais caras são Prefeito Mendes de Morais (R$ 19.791), Avenida Álvaro Alberto (R$ 15.546) e Estrada do Joá (R$ 15.110).

Copacabana. São elas: Avenida Atlântica (R$ 18.554), Joaquim Nabuco (R$ 16.057) e Rainha Elizabeth (R$ 14.446).

Barra da Tijuca. Avenida do Pepê (R$ 17.525), seguida por Lúcio Costa (R$ 15.972) e Gilberto Amado (R$ 11.820).

Botafogo. Destaque para as ruas Eduardo Guinle (com metro quadro médio a R$ 16.247), Sorocaba (R$ 13.896) e Dona Mariana (R$ 13.562).

Flamengo. É a Avenida Rui Barbosa (R$ 12.151), seguida pela Avenida Oswaldo Cruz (R$ 12.087) e Praia do Flamengo (R$ 11.972).

Tijuca. As ruas mais caras são: Homem de Melo (R$ 9.079), Itacuruçá (R$ 8.345) e Andrade Neves (R$ 8.688).

Méier. O destaque é a Rua Silva Rabelo (R$ 6.470). 


Tijuca. Em meio ao burburinho ao redor, o ar bucólico da Rua Homem de Melo dá a ela o metro quadrado mais caro do bairro
Foto: Fabio Rossi / Agência O Globo
A bucólica Rua Homem de Melo, na Tijuca



terça-feira, 14 de outubro de 2014

Saudades do Cine RIAN, em Copacabana

manchete do jornal O GLOBO de 26 de dezembro de 1983


Os anos 80 decretaram a venda do terreno e o cinema acabou.
E em seu lugar, hoje, o Hotel Pestana.

Mas o Cine Rian foi palco de grandes lançamentos, sucessos e festivais. Além de sua localização de grande charme: em plena Avenida Atlântica.

Nair de Teffé , a caricaturista Rian, foi a patrona do cinema. Em 1935 ela foi a primeira a comprar o terreno, onde existiam três casas e ali mandou construir um prédio residencial de cinco andares e dez apartamentos. Em 1947 foi comprado pelo Grupo Severiano Ribeiro que instalou seu cinema. Até os anos 70 ele foi bastante rentável, inclusive pelas suas famosas sessões à meia-noite. Mas em 1975 um incêndio quase o destruiu e ficou fechado por dois anos e após a reabertura resistiu poucos seis anos.

No final do ano de 1983 perdia o Rio o cinema de 922 poltronas vermelhas, o estilo austero de cortinas pesadas, chão de pastilhas formando desenhos geométricos, luzes de bronze e espelhos de cristal. Excalibur, filme de  John Boorman, com Nigel Terry, Helen Mirren, Nicholas Clay foi o último filme exibido.


Em 1956 no lançamento do feérico Ao Balanço das Horas - Rock Around the Clock, com Bill Haley



Final dos anos 1970
na exibição do clássico O Outro Lado da Meia -Noite






Como frequentadora do RIAN... SAUDADES!!!