terça-feira, 25 de novembro de 2014

O mico dos mascotes das Olimpíadas de 2016

UM COMENTÁRIO PERTINENTE



No Rio, foram apresentados os mascotes das Olimpíadas de 2016.
Ao contrário das outras cidades-sede o Comitê Olímpico apresentou...

DOIS MONSTRINHOS HORROROSOS!


Em uma terra de bichos nativos em profusão,os " criadores" cairam no achismo do invencionismo .

O nosso carioca ilustre, o golfinho, que povoa e alegra a nossa Baía da Guanabara, deve ter se sentido triste.

A justificativa pro desenho, digamos, inusitado, é

"O mascote olímpico... uma criatura mágica ... representa a diversidade dos animais do país. Já o mascote paralímpico é uma inédita mistura da flora brasileira", disse o Comitê Rio 2016 em comunicado.

Como diria Renato Aragão... CUMA???

Por que não dizer de forma mais simples: o mascote é um gato. Criatura mágica?

Aliás, pensando bem, faz sentido o mascote gato.

Afinal... vivemos na terra dos gatos... Brasil, sil, sil...
gato de dinheiro, 
gato de luz, gato de água, gato de tv a cabo
e afins.

Por isso, fica a sugestão pertinente, que ao invés dos nomes estapafúrdios que querem impingir para batizar o mascote, se dê a ele o nome óbvio: GATUNO.

Ainda refletindo sobre esse mico carioca...

Se o “povo” , que desenhou , quis ser criativo para gerar os mascotes monstrinhos  tivesse se utilizado do básico para um design  - A PESQUISA teria chegado a criaturas engraçadas e, claro, que têm A CARA DO RIO.

Algumas delas:  GOLFINHO, QUERO-QUERO, URUBU JEREBA, BEM TE VI, MELRO ou MARIA-PRETA,   MACACO PREGO ... e por aí vai.

 Mas quiseram ser... nem sei o que.

Como designer sei que Design é criação, sim, mas com coerência, pertinência e acima de tudo simplicidade para bom entendimento e comunicação.

A pergunta continua no ar...
DE ONDE SAIU AQUELE GATO SINISTRO

E AQUELA CABEÇA FOLHUDA ?

Em tempo: dirão... mas o Golfinho seria o personagem óbvio. E não será por isso que o Micha, o óbvio urso teve tanta identidade e foi tão querido? E qual foi o diferencial? A forma criativa de seu design!

Pois é... 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Consciência Negra

20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

Fazemos memória dessa consciência através de uma linda história criada e contada por Altay Veloso.

Compositor  de São Gonçalo, região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, filho de jongueiro capixaba com sacerdotisa de religião de matriz africana, conhecido por composições nas vozes de Nana Caymmi, Roberto Carlos, Emilio Santiago, Jorge Vercillo, Zizi Possi, Fagner entre tantos outros, num total de mais de 450 músicas, Altay Veloso, assim com vitoriosa carreira de compositor, ousou escrever a belíssima obra O Alabê de Jerusalém.

 Uma ópera em dois atos, O Alabê de Jerusalém conta a história de Ogundana, um homem nascido há dois mil anos no antigo Daomé. Aos 12 anos de idade, ele foge de sua tribo e parte em direção ao norte da África. Passa por várias nações até que com 30 chega em Cesaréia onde conhece o grande amor de sua vida, uma mulher judia da comunidade essênia chamada Judith. Um dia Judith o convida a ir à Galiléia visitar uma amiga e lá Ogundana conhece Jesus Cristo e se encanta ao ouvir o Sermão da Montanha. Daí em diante, apaixonado pelos ensinamentos do Mestre, acompanha Seus passos até a crucificação. Hoje, mais de 2.000 anos depois, o africano  Daomé, na criação de Altay se tornou uma entidade espiritual chamada o Alabê de Jerusalém, que volta à Terra para contar sua história.

Algumas das lindas canções da ópera...


Encontro marcado


 Estrela Luminosa


Pra ouvir as demais canções, clique AQUI.
Vale
muito a pena!

sábado, 15 de novembro de 2014

A beleza das claraboias do Rio

Vejamos algumas das belas claraboias do Rio 

No Real Gabinete Português de Leitura, destaca-se o majestoso salão de leitura contornado por galerias e coberto por uma claraboia de vidro colorido, que chama a atenção de quem entra no ambiente


No Real Gabinete Português de Leitura, destaca-se o majestoso salão de leitura contornado por galerias e coberto por uma clarabóia de vidro colorido, que chama a atenção de quem entra no ambiente Foto: Edu Mendes / Divulgação

No Palácio do Catete, a claraboia é datada de 1863, e é decorada por um vitral composto por 288 peças, o que confere um exuberante colorido à iluminação do ambiente


A peça foi projetado pelo arquiteto alemão Gustav Waehneldt, sendo uma das mais antigas da cidade Foto: Angelo Antonio Duarte / Agência O Globo

Importada da França em 1922, a claraboia da Colombo tem 8m de comprimento por 4,5m de largura. A peça foi projetado pelo arquiteto alemão Gustav Waehneldt, sendo uma das mais antigas da cidade

Importada da França em 1922, a claraboia da Colombo tem 8m de comprimento por 4,5m de largura Foto: Angelo Antonio Duarte / Agência O Globo

No Centro Cultural Justiça Federal, a peça, de 2001, se contrasta com o prédio de 1909.
A nova peça resgata a proporção e o conceito originais do prédio, tornando-se um elemento arquitetônico de destaque, que permite uma leitura realçada dos vitrais internos


A nova peça resgata a proporção e o conceito originais do prédio, tornando-se um elemento arquitetônico de destaque, que permite uma leitura realçada dos vitrais internos Foto: Angelo Antonio Duarte / Agência O Globo